Faculdade Mario Schenberg

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

SAIBA POR QUE O PILATES É UM GRANDE ALIADO NO COMBATE A HÉRNIA DE DISCO

A dor lombar é um dos problemas mais comuns da sociedade moderna. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a incidência de lesões no tronco é muito alta no país e, em geral, de 60% a 80% da população já sofre ou sofrerá de dores na coluna em algum momento da vida.

Mas os sintomas, como dores no braços e nas pernas e diminuição de força e atrofia de musculatura, podem ser minimizados com exercícios físicos que buscam fortalecer, equilibrar e alongar a musculatura da coluna vertebral, como o Pilates.

Dos cerca de 5,5 milhões de brasileiros que possuem hérnia de disco — doença degenerativa da coluna vertebral — muitos têm recorrido ao método como auxílio na reabilitação. Bastante eficaz no tratamento, tanto a longo como em curto prazo, o Pilates atua em todas as fases da hérnia de disco, proporcionando a melhora dos sintomas e evitando a reincidência da doença.

Segundo o fisioterapeuta e professor de pilates Vinicius Zacarias, durante as aulas, são realizados exercícios que seguem os princípios básicos do método, como a contração dos músculos abdominais associado à respiração, que proporcionam a estabilização da coluna lombar e, consequentemente, a diminuição da dor.

Não é à toa que a técnica cada vez mais cresce no Brasil e vem sendo utilizada não só como condicionamento físico, mas também como terapêutico.

— O Pilates é um condicionamento tanto físico quanto mental e, por ser completo, abrange o corpo de maneira uniforme. Isso acaba por fortalecer, equilibrar e alongar a musculatura da coluna vertebral, trazendo um maior alinhamento e, em determinados casos, uma diminuição das tensões existentes. Isso gera um alívio de pinçamentos e compressões dos discos, o que estimula a circulação na região — explica o professor.

E não há nenhuma restrição quanto à prática regular dos exercícios por quem sofre com a hérnia de disco, seja na fase aguda, subaguda ou crônica, desde que sejam orientados por um profissional qualificado. Na fase inicial da doença, ele é geralmente associado a outras técnicas fisioterapêuticas como, por exemplo, a osteopatia e a reeducação postural global (RPG).

Na fase subaguda são feitos exercícios com a coluna lombar apoiada no chão ou nos aparelhos, como o reformer e o cadillac, e, progressivamente, incluem-se os exercícios que evitam as rotações de tronco e o esforço da musculatura tônica.

Já na fase crônica, o método Pilates é de grande importância para tratar as compensações, os encurtamentos musculares, as hipomobilidades, trabalhar a postura e o equilíbrio.

— Inicialmente, o aluno passa por uma avaliação postural e por uma anamnese, onde são detectados os desvios posturais, desequilíbrios musculares e as dores relatadas pelo próprio aluno. A partir daí é que será montado um programa de treinamento específico, com objetivos pré-determinados e sempre respeitando as restrições ou limitações de cada um — ressalta Zacarias.

Mente e corpo em equilíbrio

O Pilates enfatiza muito o controle da mente sobre o corpo, bem como a suavidade, precisão e harmonia com que os movimentos devem ser realizados. Ele é baseado em seis princípios: respiração, centro de força (power house), concentração, controle, precisão e fluidez.

Respiração

A respiração deve ser sempre coordenada com o movimento e, se adequada, favorece a organização do tronco, a sustentação lombo-pélvica e o relaxamento da musculatura inspiratória dos ombros e do pescoço.

Centro de Força (Power House)

É um conjunto de músculos responsáveis pela sustentação da coluna e dos órgãos internos. O fortalecimento desta musculatura proporciona a estabilização do tronco e um alinhamento biomecânico com menor gasto energético.

Concentração

Deve-se dar atenção e importância a todas as partes do corpo para que o movimento seja realizado com a maior eficiência possível. É a transformação de um pensamento em movimento.

Controle

É o melhor recrutamento da musculatura desejada. Visa um padrão suave e harmônico de movimento. O aprendizado motor também faz parte dos objetivos e benefícios do Pilates e está diretamente relacionado com o princípio da concentração.

Precisão

Diz respeito ao refinamento do controle e equilíbrio dos diferentes músculos envolvidos num movimento, sem gasto desnecessário de energia a partir de contrações inadequadas, sejam elas exageradas ou deficientes.

Fluidez


A fluidez e leveza dos movimentos permitem a utilização apenas da energia necessária para o movimento, sem desperdício. Os movimentos não têm início, meio ou fim. Desta forma, o organismo aproveita a fase concêntrica e excêntrica dos exercícios, resultando num treino equilibrado e funcional e protegendo os tecidos de possíveis desgastes prematuros. 

Mitos e Lendas da Fisioterapia - Dor articular e Mudanças no tempo, existe relação?

“- Minha artrose sempre dói quando o tempo vira”.
Provavelmente você conhece alguém que jura ser capaz de fazer previsões meteorológicas a partir da dor no joelho ou em alguma outra parte do corpo. Mas será que existe alguma explicação científica plausível para justificar este fenômeno?
  

Apesar de parecer um assunto banal, estamos na verdade diante de uma questão bastante complexa pois se trata de investigar uma relação de causa e efeito. Diga-se de passagem, uma das mais difíceis de se comprovar.
A pergunta primordial “Mudanças no tempo geram dor em pessoas com problemas articulares?” (daqui em diante chamarei de alterações meteorológicas) esconde uma série de vieses e armadilhas, como por exemplo: o que entendemos por mudanças meteorológicas? devemos considerar apenas a relação da dor com a presença de chuva ou também a mudança de temperatura (tanto para frio quanto para calor)? mudanças da pressão atmosférica? acúmulo de cargas elétricas na atmosfera? fases da lua? raios cósmicos? flutuações do campo magnético da Terra? Ou será que devemos ver tudo isso e mais o horóscopo chinês do dia? Além disso, de quais problemas articulares estamos falando? traumas, doenças reumatológicas ou doenças degenerativas?
Uma outra armadilha bem mais sutil envolve a percepção seletiva: Será que as pessoas associam dor e mudança meteorológica simplesmente por estarem mais atentas a dor quando o tempo vira, muito embora também sintam dor mesmo com o tempo estável? Ficou meio confunso, né? Vou tentar explicar melhor com um outro exemplo: É um fenômeno relativamente bem conhecido o fato que mulheres grávidas relatam perceber outras mulheres grávidas em todos os lugares. Isso acontece por causa da percepção seletiva. Grávidas ficam mais atentas a outras mulheres na mesma condição.

Hipóteses e explicações:
Existem algumas hipóteses que tentam explicar fisiologicamente o porquê pessoas com problemas articulares sentem dor com a mudança do tempo. Vamos ver algumas:
#1- A mais tradicional refere-se a pressão atmosférica. Se temos uma articulação propícia ao edema (como no caso de trauma recente, doenças reumatológicas ou artrose), uma queda na pressão atmosférica teria um efeito sobre a articulação, permitindo um extravasamento de líquidos (efeito contrário da hidroterapia, quando o aumento da pressão externa ao corpo, preveniria os edemas). Como existem terminações nervosas nos tecidos, ao edemaciar, estes nervos seriam estimulados gerando dor.
#2 – Queda na temperatura também pode causar dor, pelo fenômeno de Raynaud. O frio geraria uma vasoconstricção, mais uma vez afetando as terminações nervosas e gerando dor.
#3 – Uma explicação mais holística e mais elegante diz que pessoas idosas ou com restrição ao movimento tendem a evitar sair de casa (algumas vezes evitam sair da cama também) quando chove ou quando está frio. Sedentarismo é um fator reconhecidamente relacionado a piora das dores de pacientes com doenças reumatológicas.
#4 - Uma quarta explicação faz referência a dor nos ossos fraturados. Diz que o foco de fratura sofre dilatação e constricção com as mudanças da temperatura ambiente (igualzinho uma viga de construção civil). Na minha opinião (posso até estar errado, mas neste momento me permito uma certa arrogância) esta explicação é muito viajante, pelo simples fato do interior do corpo manter sua temperatura interna relativamente constante.



O que a literatura científica diz
Fiz uma busca simples no Google com os seguintes termos: Wheather+Pain+Osteoarthritis+pdf e uma segunda busca com os termos: Dor+Artrose+”mudança de tempo”+pdf.
Encontrei vários artigos, mas para não alongar muito esta postagem, vou comentar apenas os dois artigos recentes. Um sobre artrite e outro sobre fibromialgia. Mas no final da postagem tem um link para os outros trabalhos pesquisados.



Influência de elementos meteorológicos na dor de pacientes com osteoartrite: revisão da literatura
http://www.scielo.br/pdf/rbr/v51n6/v51n6a08.pdf
Neste artigo os autores analisaram 8 artigos envolvendo osteoartrose e artrite reumatóide, mas não foi possível observar um consenso com relação ao efeito das alterações meteorológicas. Um trecho interessante da discussão vale a pena ser destacada: “Na literatura visitada, o maior erro no desenho do estudo, além do tamanho amostral, foi a impossibilidade de manter os indivíduos participantes desinformados sobre as variações meteorológicas do período em que deveriam responder ao questionário. Presume-se que os indivíduos, em algum momento, tenham tomado conhecimento das condições e previsões do tempo pelos meios de comunicação. Essa informação poderia ter se refletido inconscientemente na propensão a relatar a dor da osteoartrose”
Os autores relatam também que apesar dos resultados conflitantes, as pesquisas mais recentes apontam para a existência de relação entre mudanças climática e dor.

Influence of Weather on Daily Symptoms of Pain and Fatigue in Female Patients With Fibromyalgia: A Multilevel Regression Analysis (somente abstract)
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/acr.22008/full

Este trabalho conclui que existem mais evidências contra do que a favor da influência de mudanças meteorológicas na dor e fadiga de mulheres com fibromialgia, muito embora algumas das pesquisadas pareçam ser mais sensíveis a alterações climáticas, esta não parece ser uma característica comum a toda a amostra de pacientes pesquisadas.


Conclusão
As pesquisas não são conclusivas. Mas permitam-me algumas observações:
#1- Se o seu, ou sua paciente diz que sente dor quando o tempo muda, ACREDITE ! Faz parte da relação terapeuta-paciente estabelecer confiança e empatia. Além disso, se ela está convicta que sente dor quando o tempo muda, você realmente acredita que é capaz de fazê-la mudar de idéia?
#2 – Eu tenho o ligamento cruzado parcialmente rompido e de fato sinto dor quando o tempo muda. Só que não é sempre. Muitas vezes o tempo vira e não sinto nada, e muitas vezes também sinto dor com o tempo estável. Então posso dizer que ao menos no meu caso não é possível estabelecer uma relação entre dor e meteorologia.


Referências:

http://rheumatology.oxfordjournals.org/content/42/8/955.full.pdf

http://ard.bmj.com/content/61/3/247.full.pdf+html

http://www.pnas.org/content/93/7/2895.full.pdf

http://www.mobilityfit.ca/Weather-and-Joint-Pain.pdf

http://www.painphysicianjournal.com/2007/march/2007;10;387-388.pdf

A Fisioterapia e o atraso no desenvolvimento


O desenvolvimento motor é considerado como um processo sequencial, contínuo e relacionado à idade cronológica, pelo qual o ser humano adquire uma enorme quantidade de habilidades motoras, as quais progridem de movimentos simples e desorganizados para a execução de habilidades motoras altamente organizadas e complexas.

O atraso global no desenvolvimento neuropsicomotor é definido como um atraso significativo em várias partes do nosso desenvolvimento, podendo afetar a motricidade fina, motricidade grossa, linguagem, cognição, interação social e ainda as atividades de vida diária.

Ela nasce sem a integração dos sistemas que ainda estão se formando, a partir da maturação do SNC é que ela começa adquirir novas habilidades. Os primeiros anos de vida são considerados críticos para o desenvolvimento infantil, já que há maior plasticidade cerebral, o que favorece o desenvolvimento de todas as potencialidades da criança.

Sabe-se que o processo de desenvolvimento ocorre de maneira dinâmica e é suscetível a ser moldado a partir de inúmeros estímulos externos. A interação entre aspectos relativos ao indivíduo, como suas características físicas e estruturais, ao ambiente em que está inserido e à tarefa a ser aprendida são determinantes na aquisição e refinamento das diferentes habilidades motoras.

O desenvolvimento motor atípico não se vincula, obrigatoriamente, à presença de alterações neurológicas ou estruturais. Mesmo crianças que não apresentam sequelas graves podem apresentar comprometimento em algumas áreas de seu desenvolvimento neuropsicomotor. Estudos descrevem prejuízos mais comumente ligados à memória, à coordenação visuomotora e à linguagem.

Neste sentido, crianças com desenvolvimento motor atípico, ou que se apresentam com risco de atrasos, merecem atenção e ações específicas, já que os problemas de coordenação e controle do movimento poderão se prolongar até a fase adulta. Além disso, atrasos motores frequentemente associam-se a prejuízos secundários de ordem psicológica e social, como baixa autoestima, isolamento, hiperatividade, entre outros, que dificultam a socialização de crianças e o seu desempenho escolar.


O fisioterapeuta tem um papel fundamental no diagnóstico e tratamento de distúrbios do desenvolvimento, avaliando e identificando qualquer alteração no quadro neuropsicomotor. A intervenção deste profissional visa estabelecer e/ou restabelecer a funcionalidade do movimento, trabalhando no sentido de ensinar para a criança posturas e movimentos funcionais, mostrando a importância deste movimento como função e não como “fazer o movimento só por fazer”. Trabalhamos principalmente através da promoção de experiências motoras adequadas. Com a fisioterapia sendo oportunizada precocemente, é possível trabalhar esse processo de ensino-aprendizagem, fazendo com que a criança com atraso do DNPM (desenvolvimento neuropsicomotor) se torne apta a responder às suas necessidades e às do seu meio de acordo com o seu contexto de vida.

A fisioterapia e o Brincar



A arte de brincar é encontrada na criança quase como algo inato, verdadeiramente espontâneo, absolutamente criativo. Ela manifesta-se na maioria das vezes através das brincadeiras.

Estudos já comprovaram a importância do brincar para o desenvolvimento sensório-motor e intelectual da criança, assim como sua importância no processo de socialização, no desenvolvimento e aperfeiçoamento da criatividade e auto-consciência. Tem também um importante papel na formulação dos valores morais. Estudos afirmam que “(...) brincar é um dos aspectos mais importantes na vida de uma criança e um dos instrumentos mais eficazes para diminuir o estresse”.

Ao brincar a criança libera sua capacidade de criar e reinventa o mundo, libera afetividade e através do mundo mágico do “faz-de-conta” explora seus próprios limites e parte para uma aventura que poderá levá-la ao encontro de si mesma.

A literatura tem registrado a superioridade da abordagem por meio da dramatização quando comparada com a unicamente verbal. Através da primeira, podemos nos comunicar com as crianças, informando-as de forma mais compreensível o tratamento da Fisioterapia e prepará-las para enfrentar situações novas.

A fisioterapia na área de pediatria tem como base a avaliação, o planejamento e a execução do programa, as orientações e as reavaliações periódicas. O início da fisioterapia geralmente ocorre por meio da avaliação, buscando identificar as limitações, as dificuldades, as alterações, as capacidades, os interesses e as necessidades de cada criança. A presença das atividades lúdicas deve ocorrer de maneira intencional e planejada pelo fisioterapeuta, durante os atendimentos. Fujisawa (2000) refere que a presença do lúdico na fisioterapia caracteriza-se como uma atividade-meio, ou seja, um recurso que tem como finalidade facilitar ou conduzir aos objetivos estabelecidos. Embora para a criança a atividade lúdica possa ser considerada como brincar, busca-se o alcance dos objetivos estabelecidos.

Estudos ressaltam que os brinquedos e os jogos são componentes essenciais no atendimento de crianças e que a sua utilização de maneira correta torna a fisioterapia eficaz.

Segundo Burns e Macdonald (1999), o brincar deve ser utilizado ao máximo, em todos os procedimentos, como uma estratégia útil para incentivar a participação da criança na realização das atividades desejadas na fisioterapia.


Dessa forma, os jogos e as brincadeiras podem estar presentes tanto na avaliação, quanto nos atendimentos de fisioterapia. Vale destacar que quando as atividades lúdicas são dirigidas pelo adulto com o objetivo de promover e potencializar a aprendizagem, surge a dimensão educativa. 

Combate a Obesidade



Diante de um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas, ações como combater e prevenir tornam-se urgentes.

Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos vão estar com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos.

No Brasil, os números atuais mostram que a obesidade já é um problema de saúde pública. "O excesso de peso acomete 40% da população brasileira, aumentando o risco de doenças como hipertenção, diabetes, colesterol alterado entre outras", afirma o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Dr. Márcio Mancini, responsável pelo Departamento de Obesidade da SBEM.

Atualmente, o índice de crianças brasileiras com sobrepeso já chega a 15%. A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância de uma alimentação equilibrada e a prática de atividade física. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de frituras e açúcar se refletem no aumento de pessoas obesas, em todas as faixas etárias.


A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Dentre os fatores que causam a obesidade estão os nutricionais, genéticos, fisiológicos, e psicológicos, comportamentais e ambientais.  

Os benefícios da Musicoterapia no tratamento do TEA



Sem dúvida, uma das maiores angústias de pais de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é a falta da comunicação. Como descobrir o que a criança quer e que o não quer? De que maneira estabelecer laços com um indivíduo isolado em seu mundo?

A Musicoterapia é para a criança autista a primeira técnica de aproximação, pois o enquadre não verbal é o que permite a esta estabelecer os canais de comunicação (BENENZON,1985, p.140). Os processos de aproximação e estimulação da comunicação são facilitados por se poder utilizar não apenas de um elemento textual ou verbal. Música é ritmo, melodia, contraponto, harmonia, a união do elemento verbal e do não verbal. Quando não há a possibilidade de cantar o “miau” de uma canção folclórica, pode-se substituí-lo por uma batida no tambor, o toque em uma tecla no teclado. Musicalmente mostra-se para a criança que existe uma outra via de comunicação. As estereotipias se transformam em padrões rítmicos e/ou melódicos e adquirem um valor estético musical. São construídas melodias para a criança a partir da sua produção. Pequenas canções, as quais a família pode inserir no cotidiano da criança.

Cria-se um ambiente lúdico, onde a música guia as atividades e organiza a cena terapêutica. Cada canção apresentada possui um tempo de duração: há um início, um meio e um fim. A partir dessa percepção temporal, começam a ser trabalhadas noções de limites, tolerância a frustrações e ao tempo de duração de uma atividade musical.


Os instrumentos musicais inicialmente podem ser executados com muita intensidade e de modo desorganizado. E o caos sonoro – para quem está do lado de fora da sala da Musicoterapia - gradualmente será organizado em alternâncias de turnos, trabalhando-se modulações e promovendo a aproximação do Musicoterapeuta com o paciente.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Curso de Anatomia Radiológica


IV CONGRESSO DE FISIOTERAPIA DA UNESP DE MARILIA - O EVENTO



Entre 21 e 23 de novembro acontecerá na UNESP de Marília o IV Congresso de Fisioterapia, cuja programação inclui discussão de temas atuais em avaliação e intervenção na área de reabilitação. Além disso, haverá apresentação de trabalhos científicos, que visa estimular a produção de conhecimentos e recursos tecnológicos para o desenvolvimento da fisioterapia. Venha participar de um dos maiores eventos científicos da região e comemorar conosco os dez anos do Curso de Fisioterapia da UNESP de Marília. Teremos o maior prazer em recebê-los.
PROMOÇÃO
Conselho de Curso de Fisioterapia
Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – DEFITO
Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC – Unesp – Marilia)
COORDENAÇÃO GERAL
Prof. Dr. Alexandre Ricardo Pepe Ambrozin (Unesp – Marília)
COORDENAÇÃO CIENTIFICA
Prof. Dr. Robison José Quitério (Unesp – Marília)
Publico Alvo
Fisioterapeutas e profissionais da área da saúde;
Estudantes de Fisioterapia

Investimento:
Até 01/11/2013
Congresso
Estudantes R$ 65,00
Outros participantes R$ 75,00

Congresso + Minicurso
Estudantes R$ 95,00
Outros participantes R$ 105,00
Após 01/11/2013 até 16/11/2013

Congresso
Estudantes R$ 75,00
Outros participantes R$ 85,00

Congresso + Minicurso
Estudantes R$ 105,00
Outros participantes R$ 115,00

Inscrições no site: www.fundepe.com
Programação Preliminar (sujeita a alterações)
Dia 21/11 (quinta-feira)
14h00 - 14h30 – Entrega de Material
Local: Anfiteatro
14h30 – 15h - Cerimônia de Abertura
Apresentação do Coral “Vozes do Campo da Usina Viralcool” Maestro – Américo Donizete Batista
16h – Intervalo
16h30 – 17h30
"O profissional resiliente: competências e habilidades para construir uma carreira de sucesso"
Palestrante: Marcelo Brocotó – Universidade São Judas Tadeu
Dia 22/11 (sexta-feira)
8h – 12h – Primeiro dia dos cursos
Curso 1: Fisioterapia Cardiopediatrica (30 vagas/Carga horária: 08 horas)
Palestrantes – Douglas W. Bolzan – Faculdades Metropolitas Unidas (FMU)
Curso 2: Curso conceito Bobath (30 vagas/Carga horária: 08 horas)
Palestrante – Carolina Tarcinalli Souza – Doutorando no Hospital de Reabilitação de Anomalias CranioPalatais (Usp – Bauru)
Curso 3: Terapias Manuais: uma introdução à Quiropraxia (30 vagas/Carga horária: 08 horas)
Palestrantes – André Luiz dos Santos (Especialista em Quiropraxia MCMT; Sócio-proprietário da Clínica Enjoy de Bauru)
Curso 4: Analise Cinemática no Esporte (30 vagas/Carga horária: 08 horas)
Palestrante – Sergio Augusto Cunha (Unicamp)
13h30 às 14h30 (Anfiteatro e Sala 64) – Apresentações orais de trabalhos científicos
14h30 – 15h30 (Sala 64) - Palestra: Estudo Translacional em incontinencia urinária feminina; Gabriela Marini – Doutoranda Unesp Botucatu
Fernanda Piculo - Doutoranda Unesp Botucatu
14h30 – 15h30 (Anfiteatro) - Palestra: Novos treinamentos cinesioterapêuticos para melhora da marcha de idosos;
Nise Ribeiro Marques (unesp – Marilia)
15h30 – 16h – intervalo 16h – 18h - (Sala 64) – Mesa redonda: Recursos para avaliação e recuperação do equilíbrio em idosos–
Mediador - Marcos Scheicher – DEFITO – FFC – Unesp Marília
Palestrante - Sergio Augusto Cunha – Unicamp
Palestrante - Camila Hallal;- Unesp – Rio Claro
Palestrante – Flavia Navega – DEFITO – FFC – Unesp Marilia
16h – 18h - (Anfiteatro) – Mesa redonda: Fisioterapia Cardiovascular em pediatria
Mediador – Robison José Quitério – DEFITO – FFC – Unesp Marília
Palestrante - Lilian Goraieb; Hospital de Base - Funfarme/ Famerp – São José do Rio Preto
Palestrante - Douglas W. Bolzan - Faculdades Metropolitas Unidas (FMU);
Palestrante – Andyara Cristiane Alves – Instituto Dante Pazzanezze
Dia 23/11 (sábado)
08h00 – Colocação dos pôsters
08h00 às 12h00 – Segundo dia dos cursos
Curso 1: Fisioterapia Cardiopediatrica (30 vagas/Carga horária: 08 horas)
Curso 2: Curso conceito Bobath (20 vagas/Carga horária: 08 horas)
Curso 3: Terapias Manuais: uma introdução à Quiropraxia (20 vagas/Carga horária: 08 horas)
Curso 4: Analise Cinemática no Esporte (30 vagas/Carga horária: 08 horas)
13h30 às 14h30 (Anfiteatro e Sala 64) – Apresentações orais de trabalhos científicos
14h30 – 16h30 - (Sala 64) – Mesa redonda: "A manipulação articular como recurso Fisioterapêutico".
Mediador – Marcelo Navega – DEFITO – FFC – Unesp Marília
Palestrante - Karina Gramani Say– Ufscar
Palestrante – André Luiz dos Santos (Especialista em Quiropraxia MCMT; Sócio-proprietário da Clínica Enjoy de Bauru);
Palestrante – Bruno Gonçalves Dias Moreno – Faculdades Adamantinenses Integradas
14h30 – 16h30 - (Anfiteatro) – Mesa redonda: Perspectivas no atendimento da criança com alterações neurológicas
Mediadora –Ligia – DEE – FFC – Unesp Marília
Palestrante – Ana Carla Braccialli (fisioterapeuta da AACD - Rio Preto com formação no método therasuit)
Palestrante – Mirela Moreno Almeida Andrade - Terapeuta Ocupacional - mestranda em Educação Especial
Palestrante – Fernanda Carolina Toledo da Silva - professora de Educação Física - mestranda em Educação Especial - formação em equoterapia na ANDE
16h30 - Encerramento

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Palestra Sobre o Enade


Estudantes da Faculdade Mario Schenberg - FMS, que estão em fase preparatória para o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), terão a oportunidade de assistir a uma palestra motivacional. Com foco em motivação e sucesso profissional, a palestra tem como principal proposta tranqüilizar e motivar os alunos que serão avaliados pelo ENADE, todos estão convidados, especialmente os alunos do 2° semestre e os que já estão na Prática Clínica Supervisionada (estágio). A palestra acontece neste sábado, dia 28 de setembro, às 10h na FMS.
O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos alunos dos cursos de graduação, ingressantes e concluintes, em relação aos conteúdos programáticos dos cursos em que estão matriculados. O exame é obrigatório para os alunos selecionados e condição indispensável para a emissão do histórico escolar. O questionário socioeconômico, previamente enviado pelo MEC aos alunos, coleta informações sobre a infraestrutura da Instituição como as salas de aula, espaços físicos, professores, atividades de pesquisa, extensão e biblioteca. A avaliação envolve o conhecimento adquirido e a estrutura disponibilizada para contribuir na formação universitária e profissional.


Enade 2013