Faculdade Mario Schenberg

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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Avaliação de Cyriax

Por: Juliana Oliveira
Ao testar a amplitude de movimentos de um paciente, o clinico precisa estar ciente dos possíveis padrões capsulares e não capsulares de restrição dos movimentos que podem ocorrer numa articulação. A avaliação da lesão dos pacientes e seu tratamento terapêutico são dependente da capacidade do terapeuta em diferenciar entre essas duas fontes de restrição da mobilidade.
Cyriax descreveu um padrão capsular como característica de restrição de movimento, devido a um etiologia artrogênica difusa. A extensão e flexibilidade das fibras capsulares estão prejudicadas nesse padrão secundariamente a um processo inflamatório intra-articular. Ocorre fibrose do tecido capsular como seqüela natural do processo de cicatrização no tecido inflamatório. O padrão capsular de restrição resultante é específico para cada articulação, independentemente da causa inicial ou doença subjacente geradora da inflamação. Cyriax relacionou os padrões capsulares das articulações dos membros superiores e inferiores em uma tabela.

Padrões Capsulares das Articulações dos Membros 

Ombro (articulação glenoumeral)Perda máxima da rotação externa
Moderada perda da abdução
Complexo do cotoveloPerda de flexão é maior que a perda de extensão
AntebraçoPleno e indolor
Igualmente restrito na pronação e supinação em presença de restrições do cotovelo
PunhoIguais restrições em flexão e extensão
Mão (articulação carpometa-carpiana I)
Digito dos membros superiores 
Igualmente restritas em todas as direções
CoxofemoralPerda de flexão é maior que a perda da extensão
Máxima perda de rotação interna, flexão, abdução
Mínima perda de extensão
Joelho (articulação tibiofemoral)Perda de flexão é maior que a perda a extensão
Tornozelo (articulação talocrural)Perda da flexão plantar é maior que a extensão
Articulação subtalar
Articulação mediotarsiana
Restrição no movimento varo
Dorsiflexão restritiva, flexão plantar, abdução e rotação medial restritas
Dígitos dos membros inferiores
Articulação metatarsofalangianas I
Perda de extensão é maior que a flexão
Articulações metatarsofalangianas II -VVariável, tendem a restrição da flexão
Articulações interfalangianasTendem a restrição da extensão
O padrão Não-Capsular pode ser causada por aderências ligamentares aleatórias, desarranjos articulares internos e lesões extra-articulares, como o encurtamento de um músculo. A artrite difusa ( ou seja, a inflamação circunderencial da articulação) e suas seqüelas não estão presentes nesse padrão. Assim, ao contrario do padrão capsular para uma determinada articulação, o padrão não-capsular é variável. Por exemplo, dois padrões não-capsulares de restrição dos movimentos do joelho podem ocorrer em direções diretamente opostas. O padrão para a articulação do joelho, devido ao desarranjo interno causado por um menisco rompido, pode ser a perda da extensão. Contudo, a ausência de flexão ocorre na presença de um encurtamento do mecanismo do quadríceps.
Um padrão não exclui o outro. O clinico precisa examinar os dois padrões e projetar suas estratégias de tratamento de modo que sejam abordados todos os componentes da restrição do movimento.

segunda-feira, 25 de março de 2013

TESTES MUSCULARES ESPECÍFICOS


Prova para Extensores dos Dedos; paciente em D.D. ou sentado, o fisioterapeuta com uma mão na parte posterior da perna estabiliza o pé, e com a outra mão nos 2º, 3º, 4º e 5º dedos resistindo ao movimento de extensão dos dedos.

Prova para Flexores dos Curto e Longo dos Dedos; paciente em D.D., o fisioterapeuta com uma mão no dorso do pé estabiliza, e com a outra mão apoiada na parte plantar dos dedos resiste ao movimento de flexão dos dedos (2,3,4 e 5 dedos).

Prova para Flexão, Extensão, Abdução e Adutor do Hálux; paciente em D.D., o fisioterapeuta faz a resistência contrária aos movimentos do hálux.

Prova para Interósseos Plantares e Dorsais; paciente em D.D., o fisioterapeuta com uma mão estabiliza no dorso do pé e com a outra mão cabeça do 2º, 3º, 4º e 5º metatarsos resiste ao movimento de extensão dos dedos.

Prova para Lubricais; paciente em D.D., o fisioterapeuta com uma mão estabiliza no dorso do pé e com a outra mão na superfície plantar do 2º, 3º, 4º e 5º dedos, resiste ao movimento de flexão metacarpofalângicas, evitar e flexão das articulações interfalângicas.
Prova para Tibial Anterior; paciente em D.D., o fisioterapeuta com uma mão estabiliza na parte posterior da perna e com a outra mão na parte medial do dorso do pé resiste ao movimento de dorsiflexão e inversão do pé do paciente.

Prova para Tibial Posterior; paciente em D.D., o fisioterapeuta com uma mão estabiliza a parte posterior da perna e com a outra mão na planta do pé resiste ao movimento de flexão plantar e inversão do pé do paciente.

Prova para Fibular Curto e Longo; paciente em D.D., o fisioterapeuta com uma mão estabiliza a parte posterior da perna e com a outra mão na planta do pé resiste ao movimento de eversão e flexão plantar do pé do paciente.

Prova para Fibular Anterior; paciente em D.D., o fisioterapeuta com uma mão estabiliza a parte posterior da perna e com a outra mão na parte lateral do dorso do pé resiste ao movimento de dorsiflexão e eversão do pé do paciente, sem extensão do hálux.

Prova para Sòleo: paciente em D.V. com o joelho flexionado 90º, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão na parte anterior da perna e com a outra mão no calcanhar resiste ao movimento de flexão plantar.

Prova para Gastrocnêmio e Plantar; paciente em pé eleva-se sobre os artelhos, empurrando o peso do próprio corpo para cima, o solo faz a resistência para a flexão plantar, e eles auxiliam na flexão do joelho.

Prova para Semitendinêo e Semimembranáceo; paciente em D.V. com flexão de joelho 70º e com a perna em rotação medial, o fisioterapeuta com uma mão na parte posterior da perna resiste ao movimento de flexão do joelho, eles também rodam medialmente o joelho.

Prova para Bíceps Femoral; paciente em D.V. com flexão de joelho 70º e com o quadril e a perna em rotação lateral, o fisioterapeuta com uma mão na parte posterior e lateral da perna resiste ao movimento de flexão do joelho, eles também rodam lateralmente o joelho.

Prova para Quadríceps; paciente em sedestação com o joelho em flexão, fará uma extensão do joelho em neutro, o fisioterapeuta resiste ao movimento de extensão do joelho, o reto femoral flexiona o quadril.

Prova para Íliopsoas; (ênfase no psoas maior) paciente em D.D., MMII estendidos, com flexão de quadril 70º e leve abdução e rotação lateral, o fisioterapeuta com uma mão estabiliza o quadril oposto ao da perna testada e com a outra mão na parte anterior da perna resiste ao movimento de flexão do quadril.

Prova para Flexores do Quadril; paciente em sedestação com as mãos apoiadas na maca, com o quadril e joelho fletidos 90º, o fisioterapeuta com uma mão na parte anterior da coxa resiste ao movimento de flexão do quadril (flexores do quadril). Se o paciente for testado em um movimento de grande flexão do quadril será testado o íliopsoas isoladamente.

Prova para Tensor da Fáscia Lata; paciente em D.D., MI estendido, o fisioterapeuta com uma mão na parte lateral do tornozelo resiste ao movimento de abdução, flexão (45º) e rotação medial do quadril do paciente mantendo o joelho estendido, auxilia na extensão do joelho.

Prova para Rotadores Laterais do Quadril (piriforme, gêmeos sup. e inf., obturador int. e ext. e quadrado femoral)(glúteo médio fibras posteriores); paciente em sedestação com o joelho flexionado 90º , fisioterapeuta estabiliza apoiando uma mão na parte interna da coxa e a outra mão na parte lateral da perna(tornozelo) resiste ao movimento de rotação lateral do quadril.

Prova para Rotadores Mediais do Quadril (glúteo médio=fibras anteriores, g. mínimo); mesma posição do anterior, mas agora o fisioterapeuta estabiliza apoiando uma mão na parte externa da coxa, a outra mão na parte medial da perna (tornozelo) resiste ao movimento de rotação medial do quadril.

Prova para Glúteo Mínimo; paciente em D.L., o fisioterapeuta com uma mão estabiliza no quadril e a outra mão na parte externa da perna (tornozelo), resiste a um movimento de abdução do quadril em uma posição neutra do quadril, e rotação medial.

Prova para Glúteo Médio; paciente em D.L., o fisioterapeuta com uma mão estabiliza no quadril e a outra mão na parte externa da perna (tornozelo), resiste a um movimento de abdução, com leve rotação externa e extensão, porção anterior roda medial e porção posterior roda lateral.

Prova para Glúteo Máximo; paciente em D.V., com o joelho flexionado 90º, fisioterapeuta com uma mão estabiliza o quadril e com a outra a parte posterior da coxa, e resiste a um movimento de extensão e rotação lateral do quadril.

Prova para Sartório; paciente em D.D., com flexão de quadril e joelho 90º estando a perna elevada do solo o fisioterapeuta com uma mão estabilizar no tornozelo e a outra mão na parte interna da coxa resiste ao movimento de rotação lateral, abdução e flexão do quadril, também flete o joelho.

Prova para Adutores do Quadril (pectíneo, adutor magno, longo e curto, grácil); paciente em D.L., fisioterapeuta com uma mão na parte interna da coxa eleva a perna de cima e com a outra mão na parte interna da coxa de baixo resiste ao movimento de adução da perna de baixo.

Prova para Quadrado Lombar: o paciente em D.V., o fisioterapeuta resiste com uma mão apoiada na parte posterior do tornozelo, paciente faz a elevação da pelve lateralmente, a perna é posicionada no sentido do alinhamento das fibras do quadrado lombar (leve abdução), este músculo atua em conjunto com os músculos abdominais oblíquos, flexiona lateralmente a coluna.

Prova para Abdominais Obliquos; paciente em D.D. com os MMII estendidos, as mãos entrelaçadas atrás da cabeça, o fisioterapeuta irá fixar os MMII e pedirá ao paciente fazer uma flexão e rotação do tronco sustentando esta posição por alguns segundos (importante em casos de escoliose), bilateralmente fletem a coluna, unilateralmente fletem mesmo lado e rodam a coluna para o lado oposto ao da contração.

Prova para Reto Abdominal; (pelo movimento da pelve ou tórax) paciente em D.D., pela pelve o fisioterapeuta eleva os MMII estendidos com a lombar em retificação, e pede para paciente manter a posição dos MMII, e pelo tórax o paciente faz a flexão do tronco com os MMII estendidos(pode-se variar a posição dos braços para aumentar a dificuldade) o fisioterapeuta pode fixar os pés do paciente.

Prova para Flexores Laterais do Quadril; paciente em D.L., com os braços junto ao corpo o fisioterapeuta estabiliza com seus braços o quadril do paciente, enquanto ele faz a flexão lateral do tronco sem auxílio dos braços, atuando unilateralmente.

Prova para Peitoral Maior; paciente em D.D., com o ombro flexionado 90º, com leve rotação medial e o cotovelo estendido, o fisioterapeuta com uma mão estabiliza o ombro oposto ao braço testado e com a outra mão apoiada no antebraço do paciente resiste ao movimento de adução horizontal, também roda medialmente e aduz o ombro. Variação fisioterapeuta estabiliza com uma mão o quadril oposto ao braço testado e com a outra mão no antebraço do paciente resiste ao movimento de adução do ombro no sentido da crista ilíaca oposta.

Prova para Peitoral Menor; paciente em D.D., com o braço estendido junto ao corpo, eleva(flexiona) o ombro testado sem usar o apoio do braço ou da mão, fisioterapeuta resiste o movimento apoiando a mão na parte anterior do ombro, anterioriza o ombro e inclina a escápula anteriormente.

Prova para Deltóide; paciente em sedestação com o cotovelo flexionado, abduz o ombro em neutro, fisioterapeuta com uma mão estabiliza a escápula e com a outra mão no lado externo do braço resiste o movimento.(para deltóide fibras posteriores associar leve extensão do ombro, para fibras anteriores associar leve flexão do ombro).

Prova para Grande Dorsal; paciente em D.V., com o braço junto ao corpo, o fisioterapeuta com uma mão resiste ao movimento de extensão e adução do ombro testado, deprime a cintura escapular e roda medialmente, aduz e estende o ombro.

Prova para Subescapular; paciente em D.D., com o braço junto ao corpo e o cotovelo flexionado 90º,
o fisioterapeuta com uma mão estabiliza apoiando sua mão na parte externa do cotovelo e com a outra mão na parte interna do punho do paciente resiste ao movimento de rotação medial.

Prova para Supra-espinhal; paciente em pé com o braço junto ao corpo, fisioterapeuta com uma mão apoiada no antebraço do paciente resiste ao movimento de abdução do ombro com a mão apoiada no antebraço.

Prova para Redondo Menor; paciente em D.D., com o braço junto ao corpo e com o cotovelo flexionado 90º, o fisioterapeuta com o uma mão estabiliza o cotovelo e a outra mão no punho resiste a rotação lateral.

Prova para Redondo Maior; paciente em D.V., paciente com o braço em extensão, cotovelo flexionado e rodado medialmente com as costas das mãos voltadas para as costas, fisioterapeuta resiste ao movimento de rotação medial, adução e extensão do ombro.
Prova para Infra-espinhal; paciente em D.D., com o braço junto ao corpo e o cotovelo flexionado 90º,
o fisioterapeuta com uma mão estabiliza apoiando sua mão na parte interna do cotovelo e com a outra mão na parte externa do punho do paciente resiste ao movimento de rotação lateral.

Prova para Rombóides; paciente D.D., com o cotovelo em grande flexão e pequena extensão do ombro, o fisioterapeuta com uma mão estabiliza o ombro testado e com a outra mão na parte interna do cotovelo resiste ao movimento de adução e elevação da escápula.

Prova para Trapézio Médio; paciente em D.V., com o ombro abduzido a 90º e rodado lateralmente, e o cotovelo estendido, o fisioterapeuta com uma mão na parte lateral do punho resiste ao movimento de adução da escápula sem que ocorra a elevação da mesma.

Prova para Trapézio Inferior; paciente em D.V., com o ombro abduzido a 160º e rodado lateralmente, e o cotovelo estendido, o fisioterapeuta com uma mão na parte lateral do punho resiste ao movimento de adução e depressão da escápula.

Prova para Trapézio Superior; paciente em sedestação, o fisioterapeuta com uma mão na parte posterior do ombro resiste ao movimento de elevação do ombro (escápula) e com a outra mão resiste a uma extensão e rotação da cabeça para o lado oposto, ou seja é uma resistência dupla ao movimento, também com a inserção fixada, e unilateralmente as fibras superiores estendem, inclinam lateralmente e rodam a cabeça para o lado oposto.

Prova para Serrátil anterior; paciente em sedestação com o ombro flexionado a 130º, o fisioterapeuta com uma mão estabiliza a escápula em abdução e rotação lateral, e com a outra apoiada na parte lateral do braço resiste ao movimento de flexão e abdução do ombro.

Prova para Extensor dos Dedos; paciente sentado com o braço estendido e as articulações interfalângicas relaxadas, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão o punho (parte posterior) e com a outra mão apoiada na cabeça dos ossos do metacarpo (2º ao 5º) resiste ao movimento de extensão dos dedos.

Prova para Flexor Superficial dos Dedos; paciente em sedestação, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão a falange proximal do paciente e com a outra mão apoiando na falange média resiste ao movimento de flexão do dedo.

Prova para Flexor Profundo dos Dedos; paciente em sedestação, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão a falange média e com a outra mão apoiada na falange distal resiste ao movimento de flexão dos dedos.

Prova para Polegar; os movimentos do polegar são testados com o fisioterapeuta fazendo a resistência em oposição ao movimento testado (flexão, extensão, adução, abdução, oponencia).

Prova para Flexor Radial do Carpo; paciente em sedestação, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão o antebraço e com a outra mão apoiada na região tênar da mão do paciente e resiste ao movimento de flexão do punho e desvio radial.

Prova para Flexor Ulnar do Carpo; tudo igual ao anterior, só muda a resistência para região hipotênar da mão, flexão do punho e desvio ulnar.

Prova para Extensores Radiais do Carpo; paciente em sedestação, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão o antebraço do paciente e com a outra mão no dorso do punho(1 metacarpo) resiste ao movimento de extensão do punho e desvio radial.

Prova para Extensor Ulnar do Carpo; tudo igual ao anterior, só muda a resistência para o dorso (4º e 5º metacarpos), extensão do punho e desvio ulnar.


Prova para Braquiorradial; paciente em sedestação com o cotovelo e antebraço em neutro, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão o cotovelo e com a outra mão apoiada na região do punho resiste á flexão do cotovelo.

Prova para Coracobraquial; paciente em sedestação com o ombro em rotação lateral e flexão completa do cotovelo e o antebraço supinado, o fisioterapeuta apóia uma mão no bíceps braquial e resiste ao movimento de flexão do ombro, ele também aduz o ombro.

Prova para Bíceps Braquial; paciente em sedestação, com o cotovelo em flexão 80º e supinado, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão no cotovelo e a outra mão apoiada na região do punho resiste ao movimento de flexão do cotovelo.

Prova para Tríceps Braquial; paciente em D.D., com o cotovelo em flexão 30º e com flexão de ombro 80º, o fisioterapeuta estabiliza com uma mão no bíceps braquial e com a outra mão apoiada no antebraço resiste ao movimento de extensão do cotovelo.

Prova para Interósseos Dorsais; paciente em sedestação, o fisioterapeuta estabiliza um dedo com uma mão e coloca a outra mão na parte medial para fazer a resistência ao movimento de abdução (2º ao 4º dedos).

Prova para Interósseos Palmares; paciente em sedestação, o fisioterapeuta estabiliza um dedo com uma mão e coloca a outra mão em pinça resistindo ao movimento de abdução do dedo testado (polegar, indicador, anular e mínimo).

Prova para Abdutor do Dedo Mínimo; paciente em sedestação, o fisioterapeuta estabiliza os outros dedos com uma mão e com a outra mão resiste ao movimento de abdução do dedo mínimo.

Prova para Lubricais; paciente em sedestação, o fisioterapeuta resiste ao movimento de extensão das articulações interfalângicas com uma mão apoiando na região das falanges médias e distais, e depois fazendo resistência na região da superfície palmar das falanges proximais, o paciente deve manter durante o teste as articulações metacarpofalângicas em flexão.
Os lubricais fazem a extensão das articulações interfalângicas e simultaneamente flexionam as articulações metacarpofalângicas do 2º ao 5º dedos.

Prova para polegar; paciente em sedestação, o fisioterapeuta resiste ao s movimentos do polegar, testando assim especificamente cada músculo do polegar(Abdutor longo, adutor, flexor curto e longo,extensor curto e longo).



Bibliografia; Músculos provas e função, Kendall F.P., McCreary E. K., Provance G.P., 1995.

GONIOMETRIA


Ombro
Flexão (180º)
Extensão (45-50º)
Abdução (180º)
Adução relativa- flexão (30-45º) / extensão < (10-15º).
Rot. Interna (70-80º) cotovelo flexionado junto ao corpo.
(100-110º) com o braço abduzido a 90º.
Rot. Externa (80-85º) cotovelo flexionado junto ao corpo.
(80-90º) com o braço abduzido a 90º.
Ritmo Escápulo-umeral
Abdução (0-90º) Deltóide, Supra-espinhal.
(90-150º) Trap.Superior/Inferior, Serrátil Anterior.
(150-180º) PV- inclinação.
Flexão (0-60º) Deltóide, Coracobraquial, Peitoral Maior.
(60-120º) Trapézio Sup./Inf., Serrátil Anterior.
(120-180º) PV- inclinação.

Cotovelo
Flexão= Ativa (145º), Passiva (160º)
Extensão: posição de referência é a extensão completa (0º).
- Mulheres e crianças com frouxidão ligamentar(-5º a -10º).
• Posição de referência:cotovelo fletido e polegar para cima.
Supinação (90º)
Pronação (85º)

Punho
Flexão (0-85/90º)
Extensão (0-80º)
Braços goniômetro - Ulna / 5 MTC, Eixo no Piramidal
Desvio Radial =Abdução(15º/20º)
Desvio Ulnar = Adução(45º)
3º dedo no centro da face dorsal do punho
Braços goniômetro – 3º dedo/linha média dorsal antebraço.

Dedos-ADM
-MTCF
Flexão (0-90º)
Extensão (0-30º)
Abdução - ext. (0-20º)
Adução (0-20º)
-IFP
Flexão (0-120º)
Extensão (0-5º)
-IFD
Flexão (0-90º)
Extensão (0-10º).

Polegar-ADM
Flexão/Extensão (0-50º)
Abdução/Adução (0-80º)
-MTCF Polegar
Flexão (0-45º) / Extensão (0º)
Abdução (0-15º) / Adução (0º).

Quadril
Flexão (0-140º)
Centro goniômetro no trocânter maior.
Braços: linha média lateral da pelve e linha média lateral do fêmur.
Extensão (0-20/30º)
Centro goniômetro no trocânter maior.
Braços: linha média lateral da pelve e linha média lateral do fêmur.
Centro goniômetro: EIAS
Braços: linha horizontal de uma EIAS à outra e linha média anterior do fêmur e patela.
Abdução (0-45º)
Adução (0-30º) Combinada com flexão/extensão.
Centro goniômetro: EIAS
Braços : linha horiz. de uma EIAS à outra e linha média anterior do fêmur e patela.
Rot. Interna (0-30º)
Rot. Externa (0-60º)
Sedestação ou DV.