Faculdade Mario Schenberg

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Condromalacia Patelar


Um vídeo que merece ser compartilhado MILHARES DE VEZES!
Assista este vídeo do começo ao fim e não se arrependerá!
Um vídeo que me deixou muito feliz, pois nós debatemos muito isso com vocês..que é o caso clínico de Condromalacia Patelar.
O melhor vídeo de Fisioterapia que eu já vi até hoje falando sobre a Condromalacia e que mais uma vez eu digo: DEVE SER COMPARTILHADO E ASSISTIDO 100000 VEZES!
Não ganhei apenas 30 minutos de minha vida, eu aprimorei todo um conhecimento! adoro compartilhar essas coisas com vocês!


Teste de Cozen


Descrição
Este teste é utilizado para determinar a presença de epicondilalgia lateral do cotovelo.
Técnica
Estabilizar o antebraço do paciente e instruí-lo para fechar o punho, fazer pronação do antebraço, desvio radial, e extensão do punho. Em seguida, o fisioterapeuta palpa o epicôndilo lateral e, com a outra mão aplica uma força de para flexão do punho contra a resistência do paciente. O teste é considerado positivo se for reproduzida a dor na face lateral do cotovelo.
Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 232.

Teste de Mill


Descrição
O objetivo deste teste é determinar a presença de um epicondilalgia lateral do cotovelo.
Técnica
O fisioterapeuta deve palpar o epicôndilo lateral, enquanto passivamente faz pronação do antebraço, flexão do punho e extensão do cotovelo. O teste é considerado positivo se reproduzir a dor na face lateral do cotovelo.

Testes combinados
Este teste pode ser combinado com o teste de Cozen para o diagnóstico de epicondilalgia lateral do cotovelo.

Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation. 2nd edition." St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 232.

Teste para a epicondilalgia medial do cotovelo


Descrição
Este teste tem o objetivo de determinar a presença epicondilalgia medial do cotovelo.

Técnica
Com o paciente sentado, o cotovelo a 90º de flexão o antebraço supinado e o punho em flexão, o fisioterapeuta palpa o epicôndilo medial, e oferece resistência à supinação, desvio radial e flexão do cotovelo e punho. O teste é considerado positivo se este movimento provocar a dor do paciente na face medial do cotovelo.


Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 234-235.

Teste de compressão do nervo cubital


Descrição
O nervo cubital passa em frente à cabeça medial do tricípite braquial e no sulco ósseo no úmero (do túnel cubital). Estende-se a partir do epicôndilo medial ao olecrano  perpendicular à aponevrose do flexor cubital do carpo. O objetivo deste teste é determinar a presença da síndrome do túnel cubital.

Técnica
O paciente está em pé e o examinador flexiona passivamente o cotovelo a testar a cerca de 20º. De seguida, o examinador aplica uma firme pressão sobre o nervo cubital imediatamente proximal ao canal cubital e mantém essa pressão durante 60 segundos. O teste é considerado positivo se o paciente relata dormência e/ou formigueiro no trajeto do nervo cubital (aspecto cubital da mão).

Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 89% e uma especificidade de 98% no diagnóstico da síndrome do túnel cubital.
Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 193. Print.
Novak CB, Lee GW, Mackinnon SE, Lay L. "Provocative testing for cubital tunnel syndrome." J Hand Surg (AM) 1994 September; 19(5):817-20.


Teste de Stress em Valgo do cotovelo


Descrição
O objetivo deste teste é determinar a presença de uma lesão no ligamento colateral medial do cotovelo.
Técnica
O cotovelo afetado será colocado a 20º de flexão com o úmero em rotação lateral e o antebraço em posição neutra, enquanto o fisioterapeuta palpa a interlinha articular medial. De seguida o terapeuta aplica uma força em valgo ao cotovelo. Se o paciente sente dor ou restrição de mobilidade em comparação com o outro cotovelo, o teste é considerado positivo.
Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 178-179.  

Teste de Stress em Varo do cotovelo


Descrição
O objetivo deste teste é determinar a presença de uma lesão no ligamento colateral lateral do cotovelo.
Técnica
O cotovelo afetado será colocado a 20º de flexão com o úmero em rotação medial e o antebraço em posição neutra, enquanto o fisioterapeuta palpa a interlinha articular lateral. De seguida o terapeuta aplica uma força em varo ao cotovelo. Se o paciente sente dor ou restrição de mobilidade em comparação com o outro cotovelo, o teste é considerado positivo.

Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 178-179.

Teste de Trendelenburg


Descrição
Este teste é utilizado para detectar lesões no tendão/músculo glúteo médio ou fraqueza muscular nos abdutores do quadril.
Técnica
O paciente deve fazer o teste em um pé. Existem dois tipos de testes positivos. Um sinal de trendelenburg compensado observa-se quando o tronco do paciente se inclina para o mesmo lado da perna testada. Um sinal de trendelenburg não compensado observa-se quando desvio pélvico contralateral. O teste considera-se normal, quando o paciente é capaz de manter o nível pélvis, sem ocorrer qualquer uma destas substituições. O examinador deve também prestar atenção a quaisquer desvios no plano transversal, que poderão significar dificuldades de mobilidade.
Precisão do teste
O teste de Trendelenburg tem uma sensibilidade de 72,2% e uma especificidade de 76,9% para pacientes com síndrome de dor do grande trocanter.

P. A. Bird1, S. P. Oakley1, R. Shnier1, B. W. Kirkham. "Prospective evaluation of magnetic resonance imaging and physical examination findings in pacientes greater trochanter pain syndrome with." Arthritis Rheum 44 (9): 2138-2145, 2001.

Teste de FABER


Descrição
O objetivo deste teste é avaliar a articulação sacroilíaca e a articulação do quadril, em patologias que provoquem dor nestas duas áreas.

Técnica
O paciente encontra-se deitado de barriga para cima. O membro inferior a testar é colocado numa posição "figura de 4", com o joelho flectido e o tornozelo sobre o joelho oposto. O quadril é colocado em flexão, abdução e rotação externa. O examinador aplica uma força contra o joelho da perna dobrada em direção à marquesa. Um teste positivo ocorre quando é reproduzida a dor na virilha e/ou na região glútea/quadril.  





Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 71% e uma especificidade de 23% em pacientes com disfunção da articulação sacroilíaca. O teste de FABER é também positivo em 97% dos pacientes com lesões do labrum acetabular.
Quando utilizado em conjunto com outros para avaliação da articulação sacroiliaca, este teste pode ser altamente útil para identificar disfunções desta articulação.


N Broadhurst, M. Bond "Pain provocation tests for the assessment of sacroiliac joint dysfunction." J Spinal Disorders 1998, 11: 341-345.


Ação de Cidadania Mario Schenberg



Cotia recebeu no ultimo sábado de Abril, a Ação de Cidadania Sesi, onde várias instituições parceiras puderam atender centenas de pessoas.

Vários serviços foram disponibilizados em tendas montadas no Paço Municipal, em frente à Prefeitura de Cotia.



Foram realizados 18.379 atendimentos de serviços de saúde, educação, cultura, esportes, cidadania e qualidade de vida, por intermédio de 800 colaboradores.


 A turma da Fisioterapia ficou com o espaço Bem Estar, onde era realizado orientações, promovendo a saúde, Avaliação postural e Massoterapia.

Foi um momento de integração entre os alunos de diversos períodos trocando experiência e vivenciando na prática a sua escolha profissional.